Os Mais de 2015

2.1.16

E finalmente 2015 acabou. Que ano! Espero que o vosso tenha sido melhor que o meu, porque não foi fácil por aqui. Mas não só de chatices esse ano ímpar se fez. E vou listar os mais desse ano para mim. Não se preocupem que não vou revelar nada demasiado pessoal. Vai ser tipo uma Recomendação da Inconstante gigante. E aviso já que esse vai ser um post longo. 

Como sempre, li muito menos livros do que gostaria. No entanto, talvez tenha sido um dos melhores anos em termos de qualidade. Explorei o mundo dos clássicos literários, inclusive iniciei-me no mundo das distopias (de que maneira), apaixonei-me por dois YA (em breve em Recomendações da Inconstante, de certeza) e aprendi muito sobre um dos meus temas preferidos com Maus (Segunda Guerra Mundial em banda desenhada foi muito interessante). Mas o livro que mexeu mesmo comigo foi Laranja Mecânica do Anthony Burgess. Não me vou repetir porque já falei sobre ele aqui, mas tenho de dizer que é incrível!

Outra paixão minha é o cinema. E 2015 foi recheado de filmes. Tardes preguiçosas de verão, noites de estreia, pipocas doces e salgadas, a sagrada Coca-cola, sozinha ou acompanhada, longas horas de avião. Por várias vezes o Universo permitiu que me divertisse, assustasse, chorasse, chocasse e até enojasse com a Sétima Arte. Viajei na comédia de Guardiões da Galáxia, passei pelo clássico Psycho, rendi-me aos encantos do terror com os Insidious, restaurei a fé na humanidade com Medianeras e a crença no amor com Her. No entanto o filme que abalou as minhas estruturas e fez-me desejar todos os segundos que o meu nome fizesse parte dos créditos foi Mad Max. Que filme foi aquele? Não tenho nada de negativo a apontar. O humor foi suficiente, a tensão foi necessária e a Furiosa é o que eu não sabia que quis ser.

Ouvi muita coisa. Dei asas ao meu ecletismo e vagueie por estilos vários. Descobri por aí agradeço pela ajuda das sugestões do YouTube cantores e bandas. E, claro, voltei para a minha banda: The Script. Não interessa o quanto de música eu ouço nem o meu estado de espírito. The Script muda o meu humor, o meu dia e, quem sabe um dia, a minha vida. Nem lembro como é que esse parágrafo se tornou numa declaração de amor aos The Script, mas queria só dizer que fiz uma playlist no Spotify com as músicas que mais ouvi em 2015. A 1m55 2015 está disponível para vos fazer chorar e rir também esse ano.


Imagem gerada pela autora desse blog

Outros destaques foram:

1. O filme brasileiro Hoje eu quero voltar sozinho que é o longa de um curta chamado Não quero voltar sozinho. Sério, façam só o favor de assistir.

2. Tal como os filmes acima, os livros Eleanor & Park e Aristotle and Dante discover the secrets of the Universe falam sobre amores adolescentes de maneira pura e séria.  

3. As animações Boxtrolls, Divertida mente e Big Hero 6 alegraram-me e levaram-me as lágrimas. Não se deixem enganar e pensar que são coisas para crianças. Qualquer adulto com um pingo de compaixão sentir-se-ia tocado por essas histórias.

4. E não poderiam faltar aqui as séries que me tiraram o sono, a vida e a alma. How to get away with murder, de que já vos falei aqui, Sense8 de que também já vos falei aqui e Orphan Black que descobri, abandonei, redescobri e me apaixonei.

Ok, não vos vou maçar mais. Que esse ano seja maravilhoso para todos nós. Beijinhos

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