Certeza e Razão

1.4.15

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Essa culpa não me pertence. Eles sabem. Eu sei. E tu também devias saber. Mas dizes que não sabes. Não há certezas. Hoje já não se confia em ninguém. No cônjuge então! São os piores. Fazem juras a luz de velas. Amor de luz apagada. E porcaria fora de casa.
Só não percebo uma coisa. Quando é que eu dei motivos para isso? Motivos não se dão, dizes-me. São peças de um puzzle que se monta sozinho. Puzzle esse que desconheço. Mas reclamas a sua existência.
Não há argumento que me falte. Mas mostras-te confiante. Insistes no erro com a convicção de uma pitonisa. Percebi que não vou mudar a tua opinião. E já nem quero. Ficas tu com a certeza. Eu contento-me com a razão.


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