Recomendação da Inconstante | 2

14.3.15


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3Imagem obtida no Instagram de Janelle Monáe | Imagem obtida pelo Google Images

Como parte da minha inconstância, tenho uma enorme lista de paixonetas, e Janelle Monáe está algures nas dez primeiras. Vou pular a parte em que falo exaustivamente como essa mulher é linda, inteligente e inspiradora. Concentremo-nos no seu segundo álbum de estúdio The Electric Lady. Apesar de ter sido lançado em Setembro de 2013, só chegou aos meus ouvidos em meados do ano passado. E desde então nunca mais saiu. Não são apenas os ritmos contagiantes de Q.U.E.E.N. e Electric Lady nem a suavidade de Primetime que fazem desse álbum um sucesso. Todo o conceito criado pela autora, com vídeos ambientados na Metropolis e as cores branca, preta e vermelha que já são a sua imagem de marca, contribuem para a formação dessa identidade. Mais do que cantar e dançar, com esse álbum, Janelle Monáe estabelece-se no mercado que a recebeu de braços abertos com o primeiro álbum.

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Vocês sabem que tenho um blog no tumblr e por isso passo algum tempo (alerta de eufemismo) por lá. No fim do ano passado, por esse tempo que passo por lá, descobri uma série que tinha acabado de estrear. E foi assim que How To Get Away With Murder entrou na minha vida, coração, cérebro e alma sem pedir licença.
2(1)Imagens obtidas pelo Google Images

Essa série é pura e simplesmente viciante, para quem gosta de drama e suspense. O mesmo serve para quem gosta de jogos psicológicos, ser enganado e não tem problemas de ansiedade. Viola Davis, que interpreta a protagonista Annalise Keating não poupa na exibição do seu talento. Aliás, ninguém no elenco o faz. A cada episódio a curiosidade aumenta e eu estou com um início de depressão desde que a primeira temporada acabou. Esperar um ano até a segunda só me será possível porque tenho outra para assistir, que recomendo noutra publicação.

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1(2)Imagens obtidas no Instagram  e Canal de Youtube de Bárbara Matsuda, respetivamente

No início desse ano encontrei o letras de batom, o canal da universitária brasileira Bárbara Matsuda. Identifiquei-me logo com ela. Somos ambas amantes de arte, em geral, as vezes lemos compulsivamente, ouvimos músicas que quase não passam na rádio e somos baixinhas. Mas a cereja no topo do bolo foi a diversidade do conteúdo disponibilizado por ela. Os vídeos variam de dicas de moda à sugestões literárias. E a naturalidade com que a Babs – sim, já estamos nesse nível de intimidade – fala sobre os assuntos é bastante apelativa. Sério, ela foi a única pessoa que me convenceu que kimonos são peças de roupa funcionais e interessantes. E isso vale muito na minha consideração.

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