Quotidiano sem ti

31.5.10


Ao romper da luz solar
Abro os olhos devagar
E viro-me para te contemplar
Mas já partiste

Debruço o meu corpo sobre a janela
Vejo passar uma cadela
Noto um cheiro a canela
Não te posso dizer pois já saíste

Sento-me para o pequeno-almoço
Da laranja tiro cada caroço
Agora eu faço
Como no passado me corrigiste

Não dá nada de jeito na televisão
Recebo uma chamada do patrão
Ignoro para evitar o sermão
Troco a lâmpada como pediste

Volto para a cama ao caís da noite
Anda virada a minha sorte
Mas sei ser forte
Porque sei que para sempre te foste

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