O amor na vida e na arte

28.1.09

Descobri o tema preferido dos artistas. As minhas suspeitas confirmaram-se. Falar de amor dá dinheiro. Sejam os felizes para sempre, os corações partidos ou tudo mais que tenha a ver com amor. É incrível como uma palavra tão pequena pode significar tanta coisa. A definição diz que é a afeição profunda de uma pessoa por outra, um objecto, actividade ou entidade. Descobri também que ouvir falar de amor pode influenciar radicalmente a vida de uma pessoa. O amor pode ser tudo ou nada. Pode ser muito ou pouco. Toda gente já amou alguém ou algo. Como diz a definição, o amor pode ser dirigido a muitas coisas. Com isso, aumentam as possibilidades de desilusão. Há quem arrisque tudo por um amor. Pode dar certo ou errado. Há quem foge a sete pés. Pode não ser a melhor opção, mas nunca descobri o contrário. Há quem ama quando tem que ser. Deixar-se levar tem suas vantagens e desvantagens. Diz-se que o responsável pelo amor é o coração. Oh órgão responsável! O amor é culpa dele e manter vivo o organismo de alguns seres vivos também. Será por isso que nos casamentos diz-se “até que morte nos separe”? Se o coração pára, o amor acaba. Não sei. Há quem continue a amar quem partiu. Mas não sei, e penso que tu também não, se quem partiu continua a amar. As comédias românticas, os romances, as novelas, as pinturas e tudo mais que seja arte e retrate o amor, têm sempre fãs. Não precisa ser uma multidão desde que passe do número um. A arte é algo bom, mas a arte com amor é algo melhor ainda.

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